Em assembleia na sede da Delegacia Regional do Simesp de Ribeirão Preto, médicos do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – Ribeirão Preto decidiram pela continuidade da greve desencadeada no início de julho. Eles reclamam receber metade do valor, cerca de R$ 3 mil, que recebem os médicos contratados por empresas privadas que prestam serviços à mesma Faculdade de Medicina, por volta de R$ 6,2 mil para jornadas de trabalho semelhantes.
De acordo com o presidente do Simesp, Cid Carvalhaes, os médicos contratados para o Hospital das Clínicas ainda exercem atividades didáticas junto aos alunos de graduação e preceptoria da residência médica. “É mais do que justa a reivindicação. Apelamos ao governo estadual que agilize as negociações com os médicos”. O diretor-adjunto da regional, Ulysses Strogoff de Matos, avisa: “a greve permanece até que se chegue a um acordo”.