Em meio à pandemia de Covid-19 (coronavírus), São Paulo completa hoje, dia 28 de agosto, 13 dias com vigilância sanitária insuficiente. Por meio de decreto municipal e de uma portaria da Secretaria da Saúde (SMS), o prefeito Bruno Covas fantasiou de reestruturação mais um gigantesco desmonte na rede de saúde da capital paulista. Por meio dele, a Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa), órgão fundamental para o controle e posterior superação da pandemia na cidade, perdeu 257 trabalhadores que foram desviados de suas funções para outras regiões de município. Em audiência pública na Câmara Municipal realizada na última quarta-feira, dia 26 de agosto, uma servidora que foi removida da Covisa contou que “a praça de atendimento da Covisa está fechada, sem antender há 11 dias. Os e-mails estão voltando e há reclamações na ouvidoria”. Assista ao vídeo em que o diretor do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), Erivalder Guimarães, explica a profundidade da crise instaurada pelo governo de Covas.