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19/03/2020
Médicos estão correndo risco de serem infectados por falta de EPIs nos locais de trabalho
Simesp recebeu denúncias tanto de serviços públicos, quanto privados. Fluxo inadequado de atendimento também é arriscado

SIMESP
Nos últimos dias, o Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) recebeu denúncias de falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) na cidade de São Paulo para atendimento de casos de Covid-19 (coronavírus) nos hospitais privados Sírio Libanês e São Camilo. No serviço público, as reclamações de falta de EPIs e fluxo inadequado para atendimento dos casos foi sobre o Pronto Socorro Municipal Dona Maria Antonieta Ferreira de Barros, no Grajaú, administrado pela organização social (OS) Associação Saúde da Família (ASF). Já em Guarulhos, os profissionais do Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) alegam que não existe a mínima estrutura para receberem corpos com suspeita de coronavírus.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), Eder Gatti, quem atua na linha de frente na saúde está correndo alto risco de infecção por irresponsabilidade de seus empregadores e do poder público, que deveriam garantir EPIs adequados, higienização do ambiente e os fluxos que otimizem o atendimento de forma a proteger os pacientes e os profissionais de saúde. “Só na China, já são mais de 1700 profissionais da saúde infectados pelo vírus. Não podemos deixar que isso aconteça também com o Brasil. Com os médicos doentes, quem atenderá a população?” O Simesp enviará ofícios sobre as denúncias aos empregadores, à unidade de saúde e comunicará os Ministérios Públicos Estadual e do Trabalho quando necessário.

Gatti ainda explica que a pandemia acontece em um cenário de desmonte do Sistema Único de Saúde (SUS) por meio de medidas governamentais, como a emenda constitucional (EC) 95, que cortou R$ 20 bilhões do SUS só em desde 2017, sendo R$ 9 bilhões apenas em 2019. “Além do corte de recursos, a reforma trabalhista e a lei da terceirização proporcionaram aos empregadores a possibilidade de se esquivarem da responsabilidade com seus empregados que trabalham como pessoa jurídica (PJ), que é o caso de grande parte dos médicos, por exemplo. Se o médico ‘pejotizado’ adoecer, quem se responsabiliza?”, diz Gatti.

O presidente do Simesp ainda explica que o governo vai na contramão do suporte aos profissionais da saúde com uma legislação mais frouxa, que retira direitos dos trabalhadores e os coloca em risco em um momento de pandemia. “Quando você flexibiliza as leis trabalhistas, o empregador fica desobrigado de garantir direitos como a licença por doença.”

Canal de denúncias
O Simesp tem um canal de denúncias para os médicos relatarem problemas enfrentados em seus locais de trabalho, públicos e privados, aos médicos que atendem diretamente casos de síndrome gripal e Covid-19.
WhatsApp: (11) 99111-5490
Telefone: (11) 3292-9147
E-mail: relacionamento@simesp.org.br

EPIs necessários
Isolamento respiratório de gotícula (máscara facial), óculos, gorro, capote (avental) e luvas.






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