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19/09/2019
Má gestão de recursos humanos faz Maternidade Mário Degni ficar sem obstetra nos plantões

Profissionais se reuniram na sede do Simesp no dia 17 de setembro, para debater a situação

SIMESP
De acordo com denúncia recebida pelo Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), há cerca de quatro meses o Hospital Municipal e Maternidade Prof. Mario Degni tem um alto desfalque de profissionais na área médica, onde plantões chegam a contar com apenas um obstetra e, algumas vezes, sem nenhum até na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Foi realizada uma reunião com os profissionais na sede do Simesp na última terça-feira, dia 17 de setembro, para entender a situação. Já para definir os rumos do movimento, foi agendada uma assembleia com os médicos do hospital no dia 1º de outubro, às 19h, no próprio serviço, localizado no Rio Pequeno.

São 2000 atendimentos obstétricos e 200 partos por mês (incluindo de alto risco). Para atender à demanda, seria preciso haver pelo menos oito obstetras (divididos entre plantões diurnos e noturnos). Anestesistas e neonatologistas também estão em falta no hospital. Com intenção de melhoria das condições de atendimento e por preocupação com a saúde dos pacientes, médicos do hospital produziram uma carta expondo o problema para os gestores públicos e para a administração do hospital.

De acordo com Eder Gatti, presidente do Simesp, a maior preocupação é com os pacientes, pois os médicos não têm condições de atenderem à atual demanda com o déficit de profissionais existente. “Todos os hospitais da autarquia estão na mesma situação calamitosa e a responsabilidade é do nosso prefeito, Bruno Covas.”

Para Juliana Salles, diretora do Simesp também presente da reunião, há anos a ideia dos gestores públicos é de acabar com esses profissionais, terceirizando completamente os serviços. “Servidor público se tornou artigo em extinção.”

O Mário Degni é um hospital secundário que atende gestantes de alto risco, sendo referência para 23 UBSs e dois prontos-socorros, abrangendo as regiões do Butantã, Morumbi, Raposo Tavares, Rio Pequeno e vila Sônia, além de pacientes de cidades vizinhas, como Osasco, Taboão da Serra e Embu das Artes.

Desmonte de outros hospitais prejudica Mário o Degni
Segundo os médicos do serviço, o perfil assistencial tem mudado drasticamente. O fechamento do pronto-socorro do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (HU-USP), no final de 2017, impactou nos atendimentos do Mário Degni, que aumentaram, já que a população agora só conta com o HU de forma referenciada (com pacientes encaminhados de outros serviços de saúde).








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